Teologia Queer

Por <b>Rodrigo Silva</b>

Por Rodrigo Silva

Arqueólogo

O tema desse artigo é um assunto difícil de ser tratado sem gerar polêmicas ou sem ser associado – e alvo – de discurso de ódio, mas é um assunto muito importante para o cristianismo atual.

 

 

A Teologia Queer, é um ramo da teologia que quer legitimar dentro da Bíblia as pautas LGBTQIA+. A palavra “queer”, inicialmente, era um termo da língua inglesa usada para descrever, pejorativamente, pessoas com comportamentos não considerados normais pela sociedade. No entanto, para ativistas do movimento LGBTQIA+, ‘queer’ não é simplesmente um termo usado para descrever um ato transgressor. Significa virar algo de cabeça para baixo e do avesso. Tirar algo das margens e o tornar central.  É uma teoria que desestabiliza e desconstrói a sociedade apagando as fronteiras tradicionais. Não existe nem homem, nem mulher. Ativistas queers querem ‘queer’ a sociedade fazendo campanha pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo e promovendo os direitos dos transgêneros. 

 

Segundo ativistas e defensores da teologia queer, muitos jovens homossexuais e transsexuais tem cometido suicídio porque a igreja coloca isso como algo errado á luz da Bíblia. No entanto, fontes científicas acadêmicas não-religiosas, concluem que o “tratamento” de afirmação de gênero continua sendo um tema controverso; uma preocupação particular é se o tratamento de afirmação de gênero reduz a tendência suicida. Dos 23 estudos que atenderam aos critérios de inclusão, a maioria indicou uma redução na tendência suicida após o tratamento de afirmação de gênero; no entanto, a literatura até o momento sofre de falta de rigor metodológico que aumenta o risco de erro tipo I. Há uma necessidade de pesquisas contínuas sobre os resultados de suicídio após o tratamento de afirmação de gênero que controla adequadamente a presença de comorbidade e tratamento psiquiátrico, uso de substâncias e outros fatores de aumento e redução do risco de suicídio.” 

 

Até a década de 1990, o autor J. Michael Clark da Emory University, usava o termo teologia gay pro-feminista. Poucos anos depois, Robert Gross, um jesuíta que se descobriu homossexual, abandonou a ordem, fez doutorado e se tornou professor da Universidade de Webster e ativista da pauta homossexual. Em um dos seus discursos, ele usou a expressão teologia queer. Mas, foi apenas em 2003, que a teóloga argentina Marcella Altahus Reid sistematizou a teoria. 

 

A teologia “queer” no entanto, nao abrange apenas o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Eles têm muitos outros temas que englobam o assunto. De acordo com Jennifer Purvis, professora do Departamento de Gênero e do Estudo de Raças, da Universidade do Alabama, “”queer” significa não apenas uma variedade de gêneros – além do conceito binário – e sexualidades não heterosexuais, mas uma postura de resistência, atitude questionadora e um conjunto de técnicas e abordagens”. Outro teólogo, Patrick Cheng, episcopal, doutor em professor em Teologia, e ativista da causa queer, defende que a teologia gay deveria ser ampliada para abarcar outras áreas além do casamento gay. Ela deveria repensar a trindade, redenção, apocalipse, tudo dentro da ótica queer. Em seus livros, Radical Love: an Introduction to Queer Theology (2011) e From sin to Amazing Grace: Discovering the Queer Christ (2012), o autor oferece novas maneiras de entender o pecado e a graça dentro da estrutura de uma compreensão queer de Cristo.

 

Elisabeth Stuart, vice reitora, professora de teologia na Universidade de Winchester, no Reino Unido escreveu em seu livro, Religiom is a Queer Thing (1998) que deveria haver uma revisão do pecado, pois “as pessoas LGBTQIA+ precisavam se concentrar menos em igualar o pecado à sexualidade e mais em se libertar de estruturas opressivas “pecaminosas” como racismo, sexismo e heterossexismo”. Mark D. Jordan, professor de Divindade da Universidade de Harvard, disse ser este  o tempo dos teólogos queer tornarem a identidade trans reverenciada e que, a seu tempo, gêneros e sexos que estão acima da norma deveriam ser aceitos como ambientes da revelação divina. 

 

Teologia da Libertação e Teologia Queer

 

A Teologia da Libertação é um assunto que precisa de uma aula à parte, mas vamos resumir para entender a sua ligação com a Teologia Queer. Resumindo, o problema da Teologia da Libertação, é que o teólogo colocava os óculos das suas pautas socialistas para procurar base para  suas teorias na Bíblia Ou ainda, ele “via” em cada verso uma “evidência” da ideologia que defendia. A crítica era a de que os teólogos da libertação não faziam EXegese – isto é, não extraiam do texto o conteúdo – mas sim EISegese, que é quando se insere uma ideia externa ao texto que se está lendo. 

Assim, foi a teóloga argentina Marcella Altahus Reid, no livro Indecent Theology: Theological Perversions in Sex, Gender and Politics (2000) que usando o mesmo critério hermenêutico dos teóloogos da libertação, começou a argumentar a favor de outro grupo de excluídos cuja existência era ignorada no evangelho social de Leonardo Boff: os sexualmente marginalizados. Em seu livro ela afirmava que, além do pobre, Deus igualmente abraça o sadomasoquista, os travestis, libertinos, todos. 

Reid  faz, inclusive, uma releitura de Maria, mãe de Jesus, dizendo que “Maria foi uma jovem mulher que mesmo sendo casada, não resistiu à sedução de um ser divino”. Noutra parte, uma tradução própria do hebraico, Reid menciona um verso do livro de Jeremias 2:23-25 como um exemplo de liberdade sexual: “[…] um camelo jovem desviando de seu caminho, uma selvagem acostumada ao deserto, cheirando o vento em sua luxúria. Quem pode repelir seu desejo? Não, eu amo estranho, os diferentes, os desconhecidos, o Outro, e vou segui-los”. 

Em sua interpretação, Reid insinua que enquanto representante do povo de Deus, a mulher na Bíblia não é apenas a figura virtuosa, mas também aquela que cede aos seus desejos carnais, a libertinagem. Logo, os cristão não devem sentir vergonha dos seus desejos “carnais”, muito menos reprimi-los. Ou seja, a teologia queer tem como método desconstruir, estabelecer novas formas de liturgia e moralidade que incentivem os fiéis a problematizar, perturbar e desestabilizar as afirmações que sustentam a heterossexualidade e as estruturas de relação social fundamentadas na monogamia, no modelo patriarcal e o capitalismo. 

 

Conservadorismo dentro da Teologia Queer

 

Segundo a autora e teóloga queer, Bernadette J. Brotten, em seu livro Love Between Women (1998), a pratica  sexual entre pessoas do mesmo sexo é condenada na Biblia, mas que esses versos devem ser desconsiderados. Já o autor Matthew Vines, God and Gay Christian (2015), diz que a Bíblia não é contra as relações homoafetivas, desde que sejam monogâmicas. Nesta mesma linha segue o autor e doutor em Teologia, Jeffrey John que é ativista da causa gay e defende em seu livro Permanent, Faithful, Stable: Christian Same-Sex Marriage que o casamento homoafetivo não é pecado à luz da Bíblia, mas a promiscuidade e o adultério sim.  

 

Homoafetividade segundo Paulo  

 

Romanos 1:24-27 diz: “24 Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si.

25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.

26 Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza.

27 Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.

 

Antes de qualquer comentário expositivo é importante dizer que há pelo menos seis propostas explicativas desta passada dadas por teólogos queer. Ou seja, mesmo os que defendem as pautas LGBTQI+ não são unânimes na explicação do texto. Logo, quem diz que os conservadores estão tirando o mesmo de seu contexto ignora que mesmo dentre os próprios proponentes da Teologia Queer, há quem defenda um entendimento completamente diferente do outro. Logo, é panfletária a acusação de desonestidade intelectual por parte daquele que tem uma leitura mais conservadora do texto.

 

A explicação  mais comum entre os teólogos queer, mas que não é a única, seria a de  que o texto precisa ser visto dentro de seu contexto histórico e literário, que é um pressuposto correto. De acordo com essa defesa, Paulo estaria se referindo à idolatria. Eles também concluem que tudo gira em torno da expressão do versículo 26, “contrária  à natureza”. Segundo esse entendimento, a expressão “contrária à  natureza”, seria a chave para entender o texto paulino. Isso é verdade. Mas é aqui que o caminho da exegese mais conservadora separa da interpretação queer. O que significa essa expressão “contrária à natureza”? No entendimento queer, significa que se um homem que por natureza é homossexual se relaciona com um homem que por natureza e heterossexual, eles estão cometendo pecado, porque estão agindo contrários à natureza, ou seja, quem tem natureza homossexual deve se relacionar apenas com quem também tem natureza homossexual. Se um homem trans tem relações  com uma mulher cis, ele também está pecando porque ele está indo contra a sua natureza sexual. 

 

Porém, qualquer definição de “contrário à natureza” que parta de suposições modernas, ignorando o que ela queria dizer naquele tempo seria anacronismo. Antes de qualquer sugestão interpretativa, precisamos entender o que significava “contrário à natureza” nos dias do apóstolo Paulo. A expressão grega que Paulo usa para descrever “contrario a natureza” é para physin e naquele tempo e mesmo antes vários autores gregos e romanos usaram a mesma expressão para se referir a desejos sexuais entre pessoas do mesmo sexo, como Platão, por exemplo:

“[O] prazer sexual experimentado pelas naturezas feminina e masculina quando eles se unem para fins de procriação parece ter sido transmitido de acordo com a natureza, ao passo que o prazer desfrutado por machos com machos e fêmeas com fêmeas parece ser contra natureza (para physin), e a ousadia daqueles que primeiro se engajaram nesta prática parece ter surgido de uma incapacidade de controlar o prazer”. (Platão, Leis, 636B-D).

A expressão, com o claro sentido de relação homossexual,  tornou-se popular entre os filósofos morais grecorromanos e também entre os judeus de língua grega. Estes últimos acreditavam que a relação entre pessoas do mesmo sexo era contrária à vontade de Deus (ou ao desígnio da natureza). Filão de Alexandria, por exemplo, distinguia entre desejos sexuais entre homens e mulheres, que são “paixões reconhecidas pelas leis da natureza” e paixões que são “sentidas pelos homens uns pelos outros”. sexo não procriativo é errado. Mas apenas o sexo homossexual é “contra natureza.” (Post. 180–81; Philo, Spec. Leg. 3.32-36)

Rufo, um autor romano contemporâneo de Paulo, também escreveu: Mas, de todas as relações sexuais, as que envolvem adultério são as mais ilegais e não mais toleráveis ​​são os de homens com homens, porque é um monstruoso coisa e contrário à natureza [para physin]” (On Sexual Matters, 12). 

Como vemos, a expressão grega usada por Paulo (para physin/contrária à natureza) não admite outra leitura senão a que vincula o assunto à relação homoafetiva. 

Levemos ainda em consideração que no contexto imediato da passagem, temos, de fato, uma alusão à idolatria, mas esta não é o tema central e sim o desvio que estes homens fizeram em relação ao Deus Criador que foi deliberadamente substituído por coisas criadas (Rom. 1:19 e 20). Ali fala-se da criação que seria o modelo daquilo que é “natural” e, portanto, distinto do “contrário à natureza”. O texto por detrás do argumento paulino é claramente Gênesis capitulo 1 e 2, o relato bíblico da criação com o qual o autor dialoga a partir da escolha dos mesmos termos presentes na versão grega da LXX. E o que temos em Gênesis 1? Justamente o relato binário da criação: luz e trevas, tarde e manhã, terra e mar, homem e mulher. Este seria o modelo que por ser corrompido gerou a idolatria e os comportamentos sexuais contrários à natureza. Esta é a argumentação de Paulo e não outra. 

Assista o vídeo completo:

 

Fontes bibliográficas:

[1] The RaRE Research Report https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2017/10/RARE_Research_Report_PACE_2015.pdf

[2] A Scientist Reviews Transgender Suicide Stats, Transgender Trend (2016) https://www.transgendertrend.com/a-scientist-reviews-transgender-suicide-stats/

[3] Private correspondence https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2020/09/Pace-study-emails.pdf

[4] Stonewall School Report (2017) https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2017/10/the_school_report_2017.pdf

[5] Private correspondence https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2020/09/Stonewall-study-email.pdf

[6] Stonewall School Report: What Does the 45% Attempted Suicide Rate Really Mean? Transgender Trend (2017) https://www.transgendertrend.com/stonewall-school-report-what-does-suicide-rate-mean/

[7] Young trans people in Britain, FullFact (2018) https://fullfact.org/health/young-trans-people/

[8] Transgender Adolescent Behaviour, Toomey et al, American Academy of Pediatrics (2018) https://pediatrics.aappublications.org/content/142/4/e20174218?fbclid=IwAR15Mu-PDgAgdRqegPSViOkNulpV8IEy_XsHi9K77RalV8t9IbxPdhSBtW4

[9] Attempted suicide by American LGBT adolescents, 4thwavenow (2018) http://4thwavenow.com/2018/10/23/attempted-suicide-by-american-lgbt-adolescents/

[10] Stonewall School Report: What Does the 45% Suicide Rate Really Mean? Transgender Trend (2017) https://www.transgendertrend.com/stonewall-school-report-what-does-suicide-rate-mean/

[11] Suicide by trans-identified children in England and Wales, Biggs, M, Transgender Trend (2018) https://www.transgendertrend.com/suicide-by-trans-identified-children-in-england-and-wales/

[12] Suicides among teenage girls and young women have almost doubled in seven years, figures show, Bulman, M., Independent (2020) https://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/suicides-teenage-girls-young-women-rise-figures-a9698296.html

[13] NHS GIDS Evidence Base http://gids.nhs.uk/evidence-base

[14] Dr Polly Carmichael at ACAMH Conference ‘Gender in 2017: Meeting the needs of gender diverse children and young people with mental health difficulties’. Bristol (2017) https://soundcloud.com/user-664361280/dr-polly-carmichael-developments-and-dilemmas

[15] Puberty Blockers and Suicidality in Adolescents Suffering from Gender Dysphoria, Letters to the Editor, Archives of Sexual Behaviour, Biggs, M (2020) https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2020/11/Biggs-10.1007@s10508-020-01743-6.pdf

[16] Psychological Support, Puberty Suppression and Psychosocial Functioning in Adolescents with Gender Dysphoria, Journal of Sexual Medicine, Costa et al (2015) https://www.jsm.jsexmed.org/article/S1743-6095(15)34443-X/pdf

[17] Puberty Suppression in Adolescents with Gender Identity Disorder: A Prospective Follow-up Study, deVries et al (2011) https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2020/11/de_Vries_Puberty_Suppression_in_Adolescents_with_GD.pdf

[18] Tavistock’s Experimentation with Puberty Blockers, Scrutinising the Evidence, Transgender Trend, Biggs, M (2019) https://www.transgendertrend.com/tavistock-experiment-puberty-blockers/

[19] Detransition, Transgender Trend https://www.transgendertrend.com/detransition/

[20] Long-Term Follow-Up of Transsexual Persons Undergoing Sex Reassignment Surgery: Cohort Study in Sweden, PLoS One, Dhejne et al (2011) https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0016885

[21] National Center for Transgender Equality, Preventing Transgender Suicide (2010) https://web.archive.org/web/20150213054306/http:/transequality.org/PDFs/NCTE_Suicide_Prevention.pdf

[22] Young people with features of gender dysphoria: Demographics and associated difficulties, Sage, Holt et al (2014) https://www.researchgate.net/publication/268879198_Young_people_with_features_of_gender_dysphoria_Demographics_and_associated_difficulties

[23] Assessment and support of children and adolescents with gender dysphoria, British Medical Journal, Butler et al (2018) https://adc.bmj.com/content/103/7/631.full?ijkey=HsMwyZDRtsKu83z&keytype=ref

[24] Parent reports of adolescents and young adults perceived to show signs of a rapid onset of gender dysphoria, PLoS One, Littman, L. (2018) https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0202330

[25] Two years of gender identity service for minors: overrepresentation of natal girls with severe problems in adolescent development, BMC, Kaltiala-Heino, R. (2015) https://capmh.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13034-015-0042-y#Tab1

[26] Psychosocial and Psychological Vulnerability in Adolescents with Gender Dysphoria: A “Proof of Principle” Study, Journal of Sex and Marital Therapy, Bechard, M. et al (2016)  https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/0092623X.2016.1232325?src=recsys

[27] Psychiatrist: gender dysphoria spreads like an epidemic online, article republished by KIRJO (2019) https://www.ihmistenkirjo.net/blog/psychiatrist-gender-dysphoria-spreads-like-an-epidemic-online?s=03

[28] Swedish National Board of Health and Welfare report (translated by the Society for Evidence Based Gender Medicine for internal research purposes) https://www.transgendertrend.com/wp-content/uploads/2020/11/English-NBHW-report-002.pdf

[29] Female detransition and reidentification: Survey results and interpretation, guideonragingstars (2016) https://guideonragingstars.tumblr.com/post/149877706175/female-detransition-and-reidentification-survey

[30] Triptorelin side effects, NICE website https://bnfc.nice.org.uk/drug/triptorelin.html#sideEffects

[31] Media guidelines for reporting suicide, Samaritans https://www.samaritans.org/media-centre/media-guidelines-reporting-suicide/suicide-reporting-10-things-remember

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18 respostas

  1. Agratidão a Deus por ter te usado para fazer esse video. eu ja tinha ouvido falar desse termo “queer” quando lí um anexo de um livro de Tadeu da Silva, mas confeso não dinamizei com esse termo não por ser uma palavra nova, mas sobre a explicação a qual para mimnão ficou clara.
    contudo, uma informaçaõ muito inportante aqui.

    1. Eu fiquei impressionada com sua coragem de expor um tema tão complexo, mas tbm admirada com a sua sabedoria ao faze_lo. Obrigada por transmitir seus conhecimentos .

  2. Agratidão a Deus por ter te usado para fazer esse video. eu ja tinha ouvido falar desse termo “queer” quando lí um anexo de um livro de Tadeu da Silva, mas confeso não dinamizei com esse termo não por ser uma palavra nova, mas sobre a explicação a qual para mimnão ficou clara.
    contudo, uma informaçaõ muito inportante aqui.
    uma nova explicação um novo conhecimento para ampliação do minha licenciatura!

  3. Boa tarde
    ótimo dr
    não consigo cadastrar meu email
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  4. Olá, Rodrigo, tudo bem? Eu sou comunista e ignostico, e fui desafiado por um amigo a escrever um livro que buscasse similaridades entre marxismo e cristianismo. Pois ele, como cristão, achava parecido, e eu não concordava.

    Pois bem, eu comecei a estudar a bíblia com esse tal “óculos marxista “. Ainda estou em Genesis.

    Hoje eu vi seu vídeo sobre a teologia queer e teologia da libertação e vi que esse estudo e essas interpretações e “modernizações” da religião já existem e fiquei muiti feliz!

    Eu gostaria de poder participar de algum estudo disso com você, recomendo os videos de João Carvalho falando de religião e comunismo.

    Boa Tarde.

  5. Muito obrigada, por dispor seu tempo falando de algo tão importante de modo que nós, leigos, possamos entender com clareza.
    Deus o abençoe.

  6. É maravilhoso poder ter acesso a todas essas referências bibliográficas.
    Parabéns pelo blog! Que Deus abençoe esse trabalho cada vez mais em nome de Jesus!

  7. Olá, vim por causa do vídeo no Youtube. Bem interessante sua argumentação, principalmente no final quando você diz que “não pode trair sua consciência e o modo honesto como vc ler a Bíblia”. Sendo que no começo do vídeo vc mesmo enfatiza mesmo “Jesus sendo o caminho, a verdade e a vida, ele não deu palpite em tudo”. Olha que ironia, Jesus apareceu justamente na religião em que o livro era tudo isso “caminho, verdade e vida”. O judeu via o mundo por essa ótica: no livro está tudo. Mas ele Jesus estava dizendo eu SOU. Você falou bem, e no final ficou com o livro. A grande questão é que a sexualidade e a moralidade é um tema complexo. Provavelmente no livro não haverá sempre conforto e resposta direta para esse tema, mas em Cristo, Ele que passou dois dias na vila de samaritano (Lucas 4:40 comendo, dormindo, conversando? com gente considerada imunda e desprezada da época). Nós cristão gastamos mais energia tentando provar que a Biblia está certa (e creio que está) do que gastar energia em amar as pessoas e respeitar as diferenças (que nós como humanos não somos capazes de mudar). Embora afirmamos que quem convence o homem do pecado, do juízo e da justiça seja o Espirito Santo. Na prática agimos mais com desprezo para com os “samaritanos” dessa geração. Sei que esse não foi exatamente o tema abordado. Mas achei relevante fazer essa observação.

  8. Shalom Dr Rodrigo Sila. Excelente material pra elucidação do assunto, precisamos nos debruçar mais sobre issi e prepapar noosos lares ,filhos e igrejas pra saberem abordar tias questões com respeito, mas acima de tudo com funbdamentação.Assim como os ativistas da homossexualidade buscam seus direitos, pois não ha nada de errado nisso, mas por outro lado é preciso que eles saibam também que os que pensam diferentes também tem seus direitos de opiniões fundamentadas naquilo que é visto como familias tradicionais.Deus abençoe sua vida Dr , congrego em uma denominação pentecostal,admiro seu trabalho, e quem sabe um dia quero ter a oportunidade de fazer uma entrevista com voce no meu canal Dialogo Aberto . Grande abraço.

  9. É profundamente admirável a forma com que o sr aborda assuntos tão espinhosos!!!
    Obrigada por representar questões divinas com sabedoria e graça…
    Deus o abençoe sempre!!! 🙏🏼🌹

  10. Boa noite Rodrigo Silva, meu nome é Natan Pires, sou de São Pedro do Piauí, tenho uma admiração imensa por você assisto seus vídeos e tô no curso a Bíblia comentada por Rodrigo Silva, execelente curso é muito proveitoso

  11. Sou membro de uma Igreja Batista e admiro vosso trabalho que é baseado em fontes confiáveis. A forma responsável e sábia em discorrer um tema tão delicado e que não podemos ficar de fato somente observando. Como Cristãos realmente temos que posicionar-mos. Parabéns e que Deus continue utilizá-lo como ferramenta para propagação do Evangelho de forma genuina.

  12. Muito bom!!!! Deus seja louvado pela benção que é inteligência e largueza com que este professor trata dialogando com inúmeras áreas.

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