Evidências da nossa redenção

Por <b>Rodrigo Silva</b>

Por Rodrigo Silva

Arqueólogo

O quanto a arqueologia pode comprovar o sacrifício de Jesus? No Museu de Arqueologia Bíblica existem algumas peças que podem lançar luz sobre esse questionamento. 

redenção
Artefato do Museu de Arqueologia Bíblica | Imagem: Acervo do MAB

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Dificuldades

 

O relato da crucificação de Jesus é provavelmente o mais conhecido de toda a Bíblia. Esse episódio é marcante para todos aqueles que se dizem cristãos.

 

Mesmo sendo muito difícil encontrar restos humanos de pessoas crucificadas, tendo sido encontrados apenas três em escavações arqueológicas, por não terem direito a um enterro digno, existem artefatos que nos ajudam a contextualizar como eram essas crucificações. 

 

Contextualização

 

O original da réplica, que pode ser encontrada no MAB, foi encontrado logo após a Guerra de 6 Dias, o momento em que Jerusalém foi tomada pelos israelenses e se tornou sua capital. Durante a reforma da cidade, eles encontraram túmulos e ossários, onde os ossos eram depositados. 

 

No calcanhar de um desses ossos que foi achado havia um prego, o que confirma que esse indivíduo havia sido crucificado e provavelmente teve seu corpo sepultado, e não jogado no lixão como de costume aos crucificados, por alguma intervenção política ou financeira de seus familiares. 

 

Além do trabalho legístico, que nos ajuda a entender como os crucificados provavelmente estavam na cruz, esse achado também revelou um segredo que intrigava muitas pessoas: o constante achado de pregos de crucificação em lugares de sepultamento. 

 

Existia uma superstição judaica que permitia que o judeu carregasse 3 coisas no Shabat: um dente de chacal, um ovo de gafanhoto, ou um prego de crucificação.  Os pregos da crucificação eram usados como simpatias e por isso faz sentido que eles apareçam sempre em túmulos.

Redenção pela cruz

 

Mesmo com tantas informações arqueológicas não é possível ter uma visão geral do “grande acontecimento” se não fizermos uso da teologia. Do ponto de vista teológico, a diferença da morte de Jesus na cruz, não se deve ao que foi visto, mas aquilo que não podemos ver. 

 

Jesus sofreu a morte de redenção. Ele não foi apenas um mártir, Ele foi o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. 

 

Como você recebe a história da crucificação? Como um dado histórico ou como o relato que mostra a morte de alguém que você ama?

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre esse artefato.

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6 respostas

  1. Bom dia. Estou muito estusiasmado com o trabalho do pastor, doutor RodrigoSilva. Que Deus continue a avençoar- lhe e a sua familia.

  2. Como você recebe a história da crucificação? Como um dado histórico ou como o relato que mostra a morte de alguém que você ama? As 2 alternativas estão corretas na minha avaliação.

  3. Obrigada irmão Rodrigo. Depois de ouvir esses relatos, agora tive a resposta ou a certeza do porquê o relato da crucificação mexe tanto comigo. Nas ceias, eu me angústio e choro muito. Por saber que todo aquele sofrimento foi um ato de amor por mim!! Glória Deus!!!

  4. Eu gostaria muito de saber porque Jesus teve que se submeter a este terrível sacrifício mesmo sendo Deus, não havia outra forma, afinal sendo Deus tudo seria possivel ?

    Outro ponto que me deixa perturbado é : porque na antiguidade tantos acontecimentos mostrando a presença inconteste de Deus como a travessia do mar vermelho e nos tempos modernos não há registro de nenhum destes acontecimentos pelo contrário o que se vê são massacres terríveis vitimando inclusive crianças inocentes ?

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